terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Assunção do Bruce

Galera,
para lembrança de todos, hoje é o dia em que Moscou vai tremer. O Bruce (Ratão) assume .....
A ele e família, muitas alegrias.
Bruce, seja muito feliz!
Forte abraço,
Miyazaki

sábado, 31 de janeiro de 2009

Caricatura do C-PEM 2008

RELAÇÃO DE ANIVERSARIANTES

JANEIRO
01 - CMG ARAÚJO MOTA
O2 - Cel Com HUDSON
09 - Cel Inf FREIRE
22 - CMG ZUQUELLO
25 - CMG CALDEIRA
FEVEREIRO
19 - CMG (FN) MALLMANN
MARÇO
01 - CMG MIYAZAKI
05 - CMG ANTONIO CESAR
06 - CMG (EN) AMAURY
09 - CMG ACHILLES
18 - CMG (FN) AQUINO
29 - CMG (Md) CRISTINA COSTA
ABRIL
02 - Cel Av BARBEDO
05 - CMG BARRETO LEITE
MAIO
02 - CMG (EN) JUAN
08 - CMG (T) LANDIN
08 - PROF GERALDO
12 - CMG SOMAVILLA
16 - CMG BUENO
25 - CMG NORBERTO
JUNHO
10 - CMG MARCELLO
14 - CMG FERNANDO
JULHO
03 - CMG (IM) PINA
16 - CMG MAGNO
AGOSTO
09 - CMG BRUCE
SETEMBRO
04 - CMG (IM) DUROVNI
18 - CMG FIUZA
18 - CMG CARNEIRO DA SILVA
20 - CMG (IM) GILBERTO
22 - CMG GARNIER
25 - CMG (EN) ÁLVARO
29 - CMG (EN) ALOYSIO
OUTUBRO
17- CMG FERNANDO
19 - CMG (EN) MARCUS SÁ
21 - CMG (Md) ARATANHA
26 - CMG BRUZZI
NOVEMBRO
13 - CMG IBERÊ
DEZEMBRO
12 - CMG CONDÉ
17 - CMG (FN) ROMILTON
17 - CMG (IM) JOEL

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Al Mare ...

Lembram de algum programa bacana.
Um restaurante muito bom e barato, em ótima companhia, com direito a prorrogação após a sobremesa.
Conseguiram?
Então, tá ...
Conseguem lembrar, agora, de algum programa não tão bacana assim.
Tipo: visita surpresa da sogra querida, em pleno domingo, quando o seu time do coração está entrando em campo.
Sucesso?
Guardem essas lembranças!
Por último, pensem em um baita "programa de índio".
Daqueles de cocar cheio de penas, para ninguém botar defeito.
Enterro de cunhado na Sulacap, às 17:00h de um sábado, com direito a dar carona para a sogrona completamente descontrolada.
Ah!
Ia esquecendo ....
Quem paga as despesas do enterro é você!
Lembrou de algum?
Parabéns!
Então, o que vocês diriam de um cruzeiro de final de ano, com toda a família, de Santos a Salvador, com mar encrispado e tempo ruim?
Bacana, não tão bacana assim, ou um verdadeiro "programa de índio"?
Como nosso Bom-Baiano se diverte até em dentista, pra ele, deve estar ótimo.
Isso sem contar com as infalíveis discussões em família, com os mareios e com a remotísisma possibilidade de todos terem em barcado, por engano, no tal cruzeiro universitário.
Temos que conferir isso quando ele retornar!

Feliz Natal para Todos (by Achilles)

Olá, Estou meio atrasado com os cumprimentos de Natal mas hoje, ao pensar qual seria o cartão que enviaria por e-mail às pessoas de meu relacionamento, lembrei especialmente de você. Pensei que estas datas estão muito comerciais (embora todos nós gostemos de presentes dar ou receber) que se buscasse na net um cartão legal a mensagem não seria realmente minha. Desta forma concluí que o melhor seria escrever uma mensagem não muito longa mas que fosse minha, mesmo que não ficasse tão bonita, Ela seria sincera e bonito mesmo é poder desfrutar do mundo com a sua companhia pois ele não seria tão bom sem você.
Desejo-lhe assim um FELIZ NATAL e um ANO NOVO repleto de pessoas como você para que o mundo seja melhor para todos e não só para mim.
Ricardo

Letícia 'ta bombando



Diante da paixão, justificada, pela lindíssima Letícia, que assolou todos os CPÊNICOS o nosso BLOG apresenta, com certa exclusividade...... LETÍCIA em dois momentos. O primeiro quando foi a formatura da Turma e recebeu, junto com sua mamãe, seu distintivo de madrinha do curso e o segundo junto com o CPENICO Marcus Sá seu papai coruja.
Parabéns.
Essas imagens nos remetem a beleza da vida e a sua continuidade. Nessa época em que as esperanças se avivam e mais um ano passa, fica o desejo de que todos sejam felizes e renovados neste ano que se inicia, Lêlê, Feliz 2009. Pais da Lêlê, Feliz 2009. Tios da Lêlê (CPÊNICOS) Feliz 2009.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Aos Mestres com Carinho

Texto Lido por Ocasião da Homenagem aos Professores Danilo Marcondes, Everardo Rocha e Francisco Carlos

Não sabíamos o que esperar das aulas do MBA. Nossa experiência profissional e meia-idade avançada
faziam com que o retorno a um rotina diária de atividades em sala de aula fosse visto com muita
preocupação.
Iniciamos nossa jornada há mais de 10 milhões de anos, no “Rift
Valley” africano. Um pouco mais tarde, já de pé, graças a Lucy, uma
mulher baixinha, mais peluda que a Cláudia Ohana e de beleza discutível,
migramos para a Ásia.
Sempre freqüentando as prateleiras de um exuberante “supermercado
biológico”, evoluímos e nos espalhamos pelo mundo a fora. Nosso
progresso foi notável! Rapidamente, dominamos o
cultivo de vegetais, a produção de remédios e a
criação de animais. Desenvolvemos tecnologia e
expandimos a cultura. Fixamo-nos cada vez mais ao
terreno, alterando-o, aspecto ainda hoje observado
nas tropas de Infantaria, forma mais primitiva de
combatente.
A marcha acelerada do tempo foi bruscamente
reduzida de modo a apreciarmos a Grécia Antiga e
seus formidáveis sábios. Thales de Mileto, Pitágoras,
Aristóteles, Anaxímenes, Anaximandro, e tantos outros
“selecionáveis” desfilaram diante de nossos olhares incrédulos e,
não raro, um pouco sonolentos.
Conhecemos a original e seletiva democracia ateniense.
Passeamos pela Ágora. Aprendemos a detestar os sofistas devido ao
seu pragmatismo irritante. Quase deixamos cair a clepsidra, diante
do julgamento e da morte de Sócrates.
A realidade, o mundo abstrato e o mundo material
apresentaram-se despudoradamente para todos nós. Durante algum
tempo, perdemo-nos no interior de uma alegórica caverna criada por
Platão, que não é aquele “menino” cantor que iniciou carreira como
vocalista da banda Hojerizah, nos anos 80. Entre nós, há quem acredite
piamente estar, ainda hoje, perdido no interior daquele buraco fabuloso,
mas isso é, certamente, um exagero, ou não... diria Caetano.
Um pouco mais adiante, em face do “arqué” das Cidades-Estado e
da Política, atingimos o ápice da sabedoria: “Só sei que nada sei”!
Nadamos nas praias paradisíacas da Ilha de Melos, uma espécie de
Ilha de Caras grega, antes que os atenienes resolvessem
destruir tudo devido a um desentendimento bobo.
“Presenciamos” a Guerra entre Atenas e Esparta sob o comando de
Tucídides, que ficou tão apegado à turma que, volta-e-meia, retornou
para visitar-nos durante o curso. Pesarosos, tivemos que seguir viagem e
deixamos a Grécia Antiga.
Avançamos no tempo envoltos no “zeitgeist”, conhecemos outras
civilizações, vimos nascer religiões e passamos a entender rivalidades
que ainda hoje são motivo de tantas mortes. Lá pras tantas, descobrimos,
embasbacados, que não éramos anjos decaídos, e sim meros “macacos fashion”, alguns,
nem tão “fashion” assim.
Conflitos permearam nosso caminho: convencionais,
assimétricos, pessoais, etc. Diversos pensadores, Hobbes,
Locke, Maquiavel, Rousseau, Kant, dentre outros, produziram um sem-número de
livros, sem, contudo, responder, de modo direto e irretorquível, a uma simples
pergunta: “O conflito é inevitável?”.
Em catarse, “revisitamos” a Guerra do Paraguai, a Primeira Guerra Mundial e
a Guerra do Golfo. Conhecemos, na intimidade, o Irã e seus aiatolás. Descobrimos,
desconcertados, que os curdos são rejeitados em todos os lugares. O porquê disso,
não importa, mas há quem tenha interpretações muito pessoais sobre o assunto.
De Land Hover, partimos para uma
jornada purificadora em busca da Pacha Mama.
Rodamos milhares de quilômetros, defrontamonos
com uma riqueza cultural inestimável e uma
pobreza financeira imensurável, desconfiamos de
como Ingrid Bettencourt foi libertada e
encontramos Evo Morales, antes do previsível
litígio com o pessoal da Meja Luna.
No dia primeiro de agosto, dia de Pacha
Mama, seguindo uma antiga tradição, enterramos
uma panela de barro com comida cozida, mas a Deusa Terra não se revelou.
Ao regressarmos de nossa viagem sul-americana, encontramos Dona Flor,
Vadinho, Teodoro Madureira, Scarlet O´Hara e Rhet Butler prontos para explicarnos
a diferença entre as sociedades brasileira e norte-americana. Ambigüidade
prazerosa versus praticidade progressista! Um primor de espetáculo!
Com tudo isso, foi possível montar um quebra-cabeça sobre a geopolítica
mundial e rascunhar inacabadas linhas sobre o futuro do Brasil, um país grandalhão
e gente-boa, evitando a ingenuidade dos otimistas e a amargura dos pessimistas.
Como legado, recebemos a indicação de milhares de livros “imperdíveis” que
levaremos nossas vidas para ler e entender.
Por tudo o que foi exposto, de forma nem um pouco acadêmica (diga-se de
passagem), essa turma estabeleceu um vínculo indissolúvel com os principais
agentes de um prodigioso milagre de engrandecimento cultural: os professores
Danilo Marcondes, Everardo Rocha e Francisco Carlos. Assim, de modo sincero, gostaríamos de demonstrar
nosso reconhecimento e gratidão homenageando-os com uma lembrança singela pelas horas dedicadas
ensinando-os um pouco de seu conhecimento.