terça-feira, 25 de dezembro de 2012

RESENHA DEZEMBRO de 2012


SEGUNDO ENCONTRO C-PÊNICO DE 2012 

Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2012


Em plena “Dezembrada Naval”, quando há um incontável número de solenidades e é praticamente impossível haver disposição e tempo para qualquer atividade extracurricular, eis que ocorreu o SEGUNDO ENCONTRO C-PÊNICO!!!!! Por essas e outras (inconfessáveis) razões, a turma de 2008 do C-PEM deixou marcas profundas na Casa do Saber...
Este que vos escreve, Ahmed, já não esperava tão formidável oportunidade, ainda em 2012. Tanto que foi pego meio desprevenido.
Contudo, enganam-se aqueles que não acreditam “no taco” desse implacável resenhista da vida C-Pênica. Tão logo soube da movimentação, este missivista deixou de lado os preparativos para o “fim do mundo” e deslocou-se para a Sede do Clube Naval, em busca de uma boa reportagem.
E, por falar no tal Calendário Maia, francamente, não dá mais para dar credibilidade a qualquer coisa dita por historiadores, arqueólogos, ou similares.
Este escriba sempre achou muito estranhas algumas afirmações sobre personagens históricos, seres extintos, civilizações perdidas, etc. Onde já se viu, a partir de um calendário produzido por um povo que, sem mais nem menos, simplesmente ”se foi”, deixou de existir, acreditarmos que o fim estava tão próximo?
Incompetência e outros aspectos inerentes à natureza humana, sempre existiram. Então, por que não acreditar que o tal calendário terminava em 21 de dezembro de 2012, simplesmente porque o edital de licitação da época assim exigia? Então tá... Tanto tenho razão que revelei, na primeira resenha, o mistério do tal Pepino “o Breve”.
Voltando ao SEGUNDO ENCONTRO, tudo foi tão rápido e, até certo ponto, discreto, que mais parecia um “flash mob”. Acho que alguns temeram tal exposição e “roeram a corda”. Perderam!!!!
Segue a cronologia dos eventos...
1 – 15 de Dezembro de 2012 - A Origem
O local não poderia ser mais improvável: a igreja do Mosteiro de São Bento. A oportunidade menos ainda: a formatura dos alunos do terceiro ano do ensino médio do Colégio São Bento. Na manhã de 15 de dezembro passado, por volta das 10 h, Gilberto, (mais) conhecido como Sapão, chegou à igreja. Esbaforido por estar atrasado e por ter subido correndo, sob um calor insuportável, a ladeira que leva à igreja, Sapão estava completamente húmido, situação desconfortável não fosse ele um anfíbio.
Pois bem, nessas condições, Sapão, quando avistou Ahmed, abriu um sorriso surpreso e amistoso.
Ultrapassados os protocolares cumprimentos, Sapão, não dando a menor bola para o andamento da missa, começou a procurar algo nos bolsos.
Conforme ele ser contorcia para enfiar as mãos meladas de suros nos bolsos, ele murmurava baixinho frases do tipo:
- “Onde está?”
- “Não é possível que eu tenha esquecido!”
- “Ele não é o Farol, mas talvez saiba...”
Discretamente, este escriba acompanhava a movimentação de Sapão e fingia que nada percebia, acompanhando a missa. Eis que, de repente, Sapão tirou do bolso uma folha de papel amarelada e toda amassada.
Ao abri-la, aliviado, o semblante do nosso anfíbio companheiro mudou. Este missivista se espichou todo para dar uma olhada no tal papel e, estarrecido, verificou que nele estavam escritas, em letras bem miúdas, uma longa lista de perguntas.
- “Arrêgo! É a lista de perguntas para o Farol!” – lembrei.
Antes do Sapão tentar sequer emitir um coaxado, este missivista foi logo dizendo:
- “Giba, acho um desrespeito você “queimar” esta bonita lista comigo. Ela merece alguém à altura dela. O Farol é o cara certo!”
Sapão ficou, por um instante, olhando triste para aquele papel amarelado.
Até que...
- “Você tem razão, Ahmed, não vou gastar perguntas tão boas com você!”
Em seguida, recobrando-se do “baque”, Sapão perguntou:
- “Por que não fazemos outro encontro da turma ainda neste ano?”
Sem perder o fôlego, ele prossegiu...
- “Estou trabalhando no Clube Naval. Há um lugar reservado para esse tipo de evento. Coisa barata. Tem salgadinho, bebida, garçom, etc. Eu posso fazer a reserva. O pessoal tem que ir! Não custa nada! Turmas pequenas ou grandes têm se reunido lá. Não há como dar errado! As autoridades, então, não poderão alegar dificuldade alguma. Basta saltar na porta, sem atropelo algum. Coisa fácil, gostosa...”
Antes que ele prosseguisse com a ladainha e tentando dar um pouco de sossego ao pessoal que tentava acompanhar missa, eu disse:
- “Deixa comigo! Ainda hoje, eu convocarei o pessoal por e-mail. Depois, eu ligarei para alguns. Não consigo antecipar, contudo, qual será a reação do pessoal, pois está muito perto no Natal...”
Aí fui interrompido por um Sapão irritado:
- “Natal?! Vai me dizer que há C-Pênico fazendo bico como Papai Noel?”
Concordei com tudo de modo a encerrar o assunto. Sapo bravo é que não há como aturar.
Tentando desviar do assunto, perguntei ao Sapão:
Adicionar legenda
- “E aí, veio visitar a igreja ou tem conhecido de formando”
Pra quê... O nosso amigo parecia que havia engolido uma daquelas pílulas produzidas pelo Visconde de Sabugosa para fazer a boneca Emília falar. Tal qual na história, nosso amigo não parava de falar...
Enfim, encerrada a cerimônia, este escriba foi para casa e emitiu a primeira convocação por e-mail. Dia proposto 19 de dezembro, uma quarta-feira.
2 – 16 de Dezembro
Domingo, não houve qualquer movimentação sobre o assunto.
3 – 17 de Dezembro
Logo cedo, preocupado, este missivista tentou entrar em contato com nosso anuro amigo. Em vão! Soube que ele só chega em horário civilizado, após o almoço, quando a lagoa está mais quentinha.
À tarde, houve alguns contatos. Nessas oportunidades, foi muito difícil acompanhar as flutuações de humor de Sapão. Ora ele ligava afirmando que era melhor desmarcar tudo, pois não haveria adesões e teríamos (este missivista e ele) que arcar com as despesas, logo depois, ele mudava completamente de linha de raciocínio, mantendo tudo conforme combinado e contando, eufórico, que havia falado por telefone com alguém que confirmara a presença. Seria nosso Sapo bipolar?
Tentando manter a calma, diante de um expediente nem um pouco tranquilo, este escriba “definiu a manobra”:
- “Giba, marque tudo conforme combinado. O pessoal aparecerá! Pode confiar!”
À noite, em casa (afinal, graças à chamada “Turma de Zuca” não consigo ler e-mail durante o expediente), este missivista constatou algumas adesões ao evento. Uns afirmaram, desde o início, que iriam, outros afirmaram que tentariam ir, a grande maioria, contudo, não se pronunciou. A esse grupo de “mudos” virtuais, dirigi novo e-mail apresentando informações adicionais sobre o evento.
4 – 18 de Dezembro
Na véspera do evento, a situação foi mais calma. A “manobra” havia sido definida e a reserva feita. Havíamos, portanto, ultrapassado o ponto não de retorno e não restava outra coisa a fazer senão ir em frente.
Foram feitos alguns (poucos) contatos telefônicos e Sapão sugeriu alguns agregados ao evento. Percebia-se uma “ponta de preocupação” na voz de nosso camarada. Entretanto, não houve as tais oscilações de humor da véspera. Talvez a dose do remédio tenha sido aumentada, talvez ele estivesse mais resignado, talvez não fosse nada disso... Alguém sabe o que passa na cabeça de um sapo?
Em uma pequena “janela” do expediente, foi possível acertar com Becão que iríamos juntos, com saída prevista para 11:10 h.
À noite, novos contatos por e-mail, mas nada que modificasse a incerteza quanto às adesões ao evento.
5 – 19 de Dezembro
O grande dia! Calor, expediente agitado... Tudo normal.
Este escriba acelerou o quanto pode a assinatura de Ordens Bancárias e outros documentos de igual nível de relevância intelectual. O propósito era estar desimpedido para a hora marcada com Becão. Imagina a bronca que eu tomaria se chegasse atrasado. E Sapão? Após tanta incerteza, o que ele pensaria se nem este missivista chegasse na hora marcada?
Foi impossível falar com Cumpadre Landin, por mais que este escriba tivesse deixado recados de voz e de texto. Onde teria se metido nosso mais baiano amigo?
Por outro lado, foi possível conversar com nosso Farol. Nosso guia supremo afirmou que, a despeito de terem enfiado goela abaixo um novo compromisso, ele apareceria por lá nem que fosse para dizer um “Oi!”.
Roupa trocada, com Becão “ a tiracolo”, fomos para o Clube Naval. Na saída da paradisíaca Ilha da Cobras, ao comentar com Becão que não havia conseguido localizar Landin, surgiu no visual um cabra andando feito Landin, usando óculos escuros ao bom estilo Odorico Paraguaçu, e com um cabelo...acaju!?! Para completar o visual, o tal sujeito trajava uma camisa listrada cinza e ROSA!
Exclamei:
- “Landin! Olha lá o Landin! Pare o carro motorista!”
E era ele, de fato.
No caminho, ele explicou porque não havia conseguido falar com ele.
- “Não é que esqueci o maldito celular no carro?”
Ainda no trajeto até o Clube Naval, foi possível conversar rapidamente com Arata, nosso Dotô de Campanha, que apresentou uma desculpa esfarrapada (estava em uma sala de cirurgia pinçando a artéria femoral de um paciente e não podia sair de lá senão o tal infeliz morreria). Nosso Dotô ainda teve fôlego para justificar a falta de Uhura, antes de se despedir e desejar a todos um Feliz Natal etc. e tal.
Ao longe, ainda na Avenida Rio Branco, era possível avistar um aflito Sapão “montando guarda” na escada de entrada do Clube Naval. Quando saltamos do carro, ele olhou para o céu coo se desse graças a Deus. E abriu um largo sorrido. E um sapo sorrindo de orelha a orelha (alguém já viu orelha de sapo?) é coisa para não ser esquecida.
Subimos para o local reservado (4o andar, logo na saída do elevador), e tratamos de ficar a vontade, à espera dos demais(?): Becão, Sapão, Landin e este que vos escreve.
Não tardou para outros apresentarem-se ao local da “cerimônia” (tentando respeitar a ordem de chegada):
Aloysio “O Bardo”, Nonô Azulay, John Forrest Gump Locke, Juan, Farol, Zuca e... Voraz. Com esse time de notáveis C-pênicos, vieram: Nascimento (Guimba), Leandro e (desculpe, Freire, mas não consegui lembrar o nome) um Coronel amigo de nosso C-Pênico de Infantaria (o único, por sinal, que guarda em casa um pouco da areia da fazenda onde foi criado Sampaio, patrono da Infantaria).
E Sapão demonstrou toda sua destreza como anfitrião. Havia salgadinhos de boa qualidade para abrir nosso apetite (precisa?) e, para apimentar o ambiente, veio uma garrafa de uísque que foi abatida com bravura.
A conversa rolou redonda, sem saudosismos exagerado ou papo confinado. Os convidados se enturmaram logo nas histórias.
Nonô Azulay estava afiado! Não escapava ninguém!
Sapão tirou a tal lista amarelada do bolso e foi logo assediando o Farol. Educado com sempre, perspicaz como poucos, nosso iluminado líder suportou estoicamente as primeiras 23 perguntas, e só foi salvo da ensandecida blitz anfíbia porque um de seus telefones tocou. Coincidência? Quem sabe?
Importante mencionar que, em contraposição ao 100% de falta de nosso Corpo de Saúde, 100% dos Engenheiros que estão no Rio de Janeiro foram ao Encontro. Amaury e seu jaboti estão em Recífilis e Dom Marcus Sá de Lelê está trabalhando em Campinas (dizem que ele está contribuindo para a construção da Transviadônica, uma via expressa que unirá Pelotas a Campinas.). Aloysio foi um que, desde o início, deriu ao evento. Juan, Pura Física, manteve-se “mudo” e surpreendeu a todos quando surgiu.
Juan, de novidade, trouxe diversas informações sobre mandarim e outros idiomas falados na China. Essa é a “nova fronteira” que ele vem explorando. Tanto que morou um tempo em Xangai, e deu início a uma família por lá. Por sinal Juan nega qualquer indício que seja sobre o assunto, mas não soube explicar o retrato de um “chininha miúdo” que ele leva na carteira.
Zuca, a despeito de ter avisado que estava chegando, demorou um bocado para encontrar o local do evento. Segundo ele, certa confusão em relação à entrega de
um documento acabou atrasando-o. Documento? Pois sim... No meu tempo isso tinha outro nome.
O almoço foi retardado ao máximo, de modo aguardar Voraz. Segundo Giba, Voraz, depois da reserva, faz ponto no cemitério como carpideira profissional. Ele, escandaloso como poucos, “anima” velórios menos concorridos. È o que dizem, “oficial de Marinha está pronto para qualquer papel”.
Mas, em face de compromissos de outros presentes, não houve alternativa senão servir o almoço sem o reforço de Voraz. Pairava no ar, então, a perspectiva de haver muitas sobras.
É oportuno mencionar a fantástica máquina fotográfica que nosso Cumpadre Landin levou ao evento. Produto Japonês, decerto! Nikkom! O detalhe da engenhoca era que, após pressionar o botão, o usuário tomava um susto e tremia a foto, pois o “flash” saltava antes de disparar. Coisa para profissionais com nervos de aço.
Enquanto comíamos tranquilos, eis que surge uma figura descabelada e molhada de suor: Voraz!!!!
Sua entrada foi, de fato, triunfal.
Interrompendo a tranquilidade quase sagrada da refeição, nosso amigo glutão foi logo reclamando que não havíamos esperado por ele e que não teria tempo para comer tudo que tinha direito de comer. Esse camarada é barra pesada mesmo!
Não evitando o tal papo de cemitério, ele foi logo dizendo que volta-e meia, anda por lá. Sua vida anda muito corria por causa desses compromissos.
Acabada a refeição, sobremesa e tudo o mais, começamos a nos preparar para as partes desagradáveis: pagamento e despedidas.
Voraz ainda teve sua cota de tietagem, e pediu uma foto com o Farol. Reparem que o suor não havia secado, mesmo após algum tempo em ambiente climatizado. É que o ataque à mesa foi agressivo, como sempre. Isso exige muito esforço e acaba por comprometer a elegância.
Para o pagamento das despesas, foi necessária uma verdadeira “mão de sapo”.
Não podia ser em cartão de crédito. Só valia dinheiro ou cheque. Ou seja, retrocedemos uns 20 e tantos anos...
Nota por nota, Sapão foi “compondo” o montante necessário. Por quê Sapão? Fácil! Além de ser um Ecônomo por natureza, ele resolveu garantir que o Clube Naval recebesse o dinheiro devido. Sabem, afinal, onde ele está trabalhando? No Depto Financeiro! Nonô ainda tenteou ajudar, mas Sapão fez questão de ser o ÚNICO a meter a mão na grana.
Ao final, já com alguns desfalques, o grupo reuniu-se para mais um registro fotográfico.
Quem não conseguiu comparecer, tente, na próxima, fazer uma forcinha. Quem foi, obrigado pela presença! Em 2013, faremos outros eventos.


A todos C-Pênicos e suas respectivas famílias, um Feliz Natal e um próspero 2013, repleto de felicidade e saúde.


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL - 2012

Prezados amigos CPÊNICOS;


Dia 25 de dezembro se aproxima e é a data apropriada para que nos aproximemos também. Nos aproximemos para renovar a amizade e o carinho desenvolvido cultivado desde 2008.
FELIZ NATAL à todos

Desejo que nesta noite de confraternizações esteja presente a lembrança dos bons momentos que desfrutamos, SAÚDE e PAZ. Que em todos os lugares deste nosso Brasil os CPÊNICOS 2008 recebam as boas energias emanadas de todos.
Desejo um Próspero ano de 2013, onde os projetos, os Planejamentos estratégicos, as realizações e o Sucesso estejam presentes na vida de todos.
FELIZ ANO NOVO 2013 à todos.

EVOÉ!

Aos Mestres com Carinho

Recordar é viver...do baú do CEPEM, publíco:
Texto de autoria de Ahmed, Lido por Ocasião da Homenagem aos Professores Danilo Marcondes, Everardo Rocha e Francisco Carlos

"Não sabíamos o que esperar das aulas do MBA. Nossa experiência profissional e meia-idade avançada
faziam com que o retorno a um rotina diária de atividades em sala de aula fosse visto com muita
preocupação.
Iniciamos nossa jornada há mais de 10 milhões de anos, no “Rift
Valley” africano. Um pouco mais tarde, já de pé, graças a Lucy, uma
mulher baixinha, mais peluda que a Cláudia Ohana e de beleza discutível,
migramos para a Ásia.
Sempre freqüentando as prateleiras de um exuberante “supermercado
biológico”, evoluímos e nos espalhamos pelo mundo a fora. Nosso
progresso foi notável! Rapidamente, dominamos o
cultivo de vegetais, a produção de remédios e a
criação de animais. Desenvolvemos tecnologia e
expandimos a cultura. Fixamo-nos cada vez mais ao
terreno, alterando-o, aspecto ainda hoje observado
nas tropas de Infantaria, forma mais primitiva de
combatente.
A marcha acelerada do tempo foi bruscamente
reduzida de modo a apreciarmos a Grécia Antiga e
seus formidáveis sábios. Thales de Mileto, Pitágoras,
Aristóteles, Anaxímenes, Anaximandro, e tantos outros
“selecionáveis” desfilaram diante de nossos olhares incrédulos e,
não raro, um pouco sonolentos.
Conhecemos a original e seletiva democracia ateniense.
Passeamos pela Ágora. Aprendemos a detestar os sofistas devido ao
seu pragmatismo irritante. Quase deixamos cair a clepsidra, diante
do julgamento e da morte de Sócrates.
A realidade, o mundo abstrato e o mundo material
apresentaram-se despudoradamente para todos nós. Durante algum
tempo, perdemo-nos no interior de uma alegórica caverna criada por
Platão, que não é aquele “menino” cantor que iniciou carreira como
vocalista da banda Hojerizah, nos anos 80. Entre nós, há quem acredite
piamente estar, ainda hoje, perdido no interior daquele buraco fabuloso,
mas isso é, certamente, um exagero, ou não... diria Caetano.
Um pouco mais adiante, em face do “arqué” das Cidades-Estado e
da Política, atingimos o ápice da sabedoria: “Só sei que nada sei”!
Nadamos nas praias paradisíacas da Ilha de Melos, uma espécie de
Ilha de Caras grega, antes que os atenienes resolvessem
destruir tudo devido a um desentendimento bobo.
“Presenciamos” a Guerra entre Atenas e Esparta sob o comando de
Tucídides, que ficou tão apegado à turma que, volta-e-meia, retornou
para visitar-nos durante o curso. Pesarosos, tivemos que seguir viagem e
deixamos a Grécia Antiga.
Avançamos no tempo envoltos no “zeitgeist”, conhecemos outras
civilizações, vimos nascer religiões e passamos a entender rivalidades
que ainda hoje são motivo de tantas mortes. Lá pras tantas, descobrimos,
embasbacados, que não éramos anjos decaídos, e sim meros “macacos fashion”, alguns,
nem tão “fashion” assim.
Conflitos permearam nosso caminho: convencionais,
assimétricos, pessoais, etc. Diversos pensadores, Hobbes,
Locke, Maquiavel, Rousseau, Kant, dentre outros, produziram um sem-número de
livros, sem, contudo, responder, de modo direto e irretorquível, a uma simples
pergunta: “O conflito é inevitável?”.
Em catarse, “revisitamos” a Guerra do Paraguai, a Primeira Guerra Mundial e
a Guerra do Golfo. Conhecemos, na intimidade, o Irã e seus aiatolás. Descobrimos,
desconcertados, que os curdos são rejeitados em todos os lugares. O porquê disso,
não importa, mas há quem tenha interpretações muito pessoais sobre o assunto.
De Land Hover, partimos para uma
jornada purificadora em busca da Pacha Mama.
Rodamos milhares de quilômetros, defrontamonos
com uma riqueza cultural inestimável e uma
pobreza financeira imensurável, desconfiamos de
como Ingrid Bettencourt foi libertada e
encontramos Evo Morales, antes do previsível
litígio com o pessoal da Meja Luna.
No dia primeiro de agosto, dia de Pacha
Mama, seguindo uma antiga tradição, enterramos
uma panela de barro com comida cozida, mas a Deusa Terra não se revelou.
Ao regressarmos de nossa viagem sul-americana, encontramos Dona Flor,
Vadinho, Teodoro Madureira, Scarlet O´Hara e Rhet Butler prontos para explicarnos
a diferença entre as sociedades brasileira e norte-americana. Ambigüidade
prazerosa versus praticidade progressista! Um primor de espetáculo!
Com tudo isso, foi possível montar um quebra-cabeça sobre a geopolítica
mundial e rascunhar inacabadas linhas sobre o futuro do Brasil, um país grandalhão
e gente-boa, evitando a ingenuidade dos otimistas e a amargura dos pessimistas.
Como legado, recebemos a indicação de milhares de livros “imperdíveis” que
levaremos nossas vidas para ler e entender.
Por tudo o que foi exposto, de forma nem um pouco acadêmica (diga-se de
passagem), essa turma estabeleceu um vínculo indissolúvel com os principais
agentes de um prodigioso milagre de engrandecimento cultural: os professores
Danilo Marcondes, Everardo Rocha e Francisco Carlos. Assim, de modo sincero, gostaríamos de demonstrar
nosso reconhecimento e gratidão homenageando-os com uma lembrança singela pelas horas dedicadas
ensinando-os um pouco de seu conhecimento."

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Encontro CPENICO 2012

Por iniciativa do SAPÃO e divulgação do ACHMED, dia 19/12/2012 o CPEM-2008 irá se reunir no Clube Naval. Será um almoço para marcar o fim do ano.
Espero que muitos possam ir. A hora do almoço, no centro, é sempre mais fácil para todos.
EVOÉ!

Divulgando à pedido do SAPÃO:

"Pessoal,
A respeito da nossa confraternização PTC:
1)O espaço no clube Naval Sede está confirmado para 19/11 das 11h45 às 14h30 na Galeria (4º andar).
2) Preço do Coquetel+ Almoço : R$ 32,00 por pessoa. Quantidadse mínima: 15 pessoas (se houver falta, os presentes terão que "adiantar" o valor dos faltosos, que serão "cobrados" respeitosa e persistentemente!).
Preciso da confirmação dos Srs até ás 16h de hoje pois tenho que contratar o "Navegador" até hoje às 17h. Se não tiver quorum, pegou!!
Respeitosamente,
forte abraço,"

EVOÉ! (2)


Aconteceu!!!!!

Pessoal presente no evento

O nosso almoço de fim de ano foi muito agradável. Cheguei quase ao final, no meio do almoço, mas cheguei. 



Pessoal presente ao evento (2)


O pessoal guardou, gentilmente, a cabeceira da mesa para eu sentar. Acho que pensaram que eu ia pagar a conta de todos, rererere!

Panorâmica da mesa no Clube Naval

Fiquei muito feliz de ver o pessoal e os convidados de fortuna, isto é, os amigos do CPEM 2008, que compareceram.
Os pratos estavam excelentes e o coquetel foi uma oportunidade de atualizar as posições e indicar o P.I.M. de todos. 

Ahmed e Sapo estão de parabéns pela organização. 

O Ahmed estava fotografando tudo e podemos esperar uma resenha caprichada com muitos "causos", principalmente sobre aqueles que não estavam lá. Para variar falamos mal de todos os faltosos, mesmo os justificados. rerererere!

O Sapo estava preocupado com as impressões dos convivas sobre o local e o evento. No fim recolheu a contribuição de todos e fechou a conta. Grande Sapo!

O evento marcou o CPEM-2008 no final de 2012. Vamos nos encontrar mais vezes! Encerramos com os votos de Boas Festas e um Feliz 2013.

EVOÉ! (3)

FOTOS DO EVENTO













domingo, 3 de junho de 2012

Almirantado no CPEM-2008 (3)

É gente, no dia 31 de março de 2012 a Turma comemorou a promoção a Contra-Almirante de mais amigos. São eles:
CA Fernando;
CA Fiúza;e
CA Bueno;
Parabéns aos nossos amigos. Juntando-se a eles nossa turma CPÊNICA fez um total de 9 Almirantes, até agora.
Lembrando:
CA Garnier
CA Aguiar Freire; 
CA Iberê; 
CA Olsen; 
CA Araújo Motta; e 
CA Magno.